Monday, December 21, 2015

Your soulmate isn't who you think it is

" We all have our own romanticized notions of what it will be like when we find true love. How it’ll go. What it’ll feel like. What he or she will look like, sound like, act like. Even kiss like.
And every once in a while, we actually meet that person. There they are! In the bar standing next to us! Or down the hall at work! Or in the line at the bookstore!
They’re perfect. Everything we imagined. And so we engage. And chase. And pursue. And assume our very best behavior. And fight for a chance at that perfect union we’ve imagined in our heads for so long.
And sometimes it works! We get their phone number. And a date! And a second date! And sometimes it even goes a month or two!
But then at some point, it runs afoul. What once seemed effortless becomes arduous. The perfect conversations suddenly don’t flow as easily. The shine has worn off the apple. It’s work, now. And who has time for that?
And here’s where many a relationship come to an unfortunate end. Because the other person thinks it should only be constant magic. That anything else is merely a false symbol.
But we still chase them! We want it back! We think of what we can do to possibly salvage this sinking ship. Should we change ourselves? Adjust our behavior? Change our whole personality? After all: this is love. Surely it’s worth sacrificing for, no?
No, I’m here to say. It’s not.Because there’s a big, horrible idea out there in the world of romance:That if it’s not hard, it’s not real.
True romance must be earned, we believe. Struggled for. Barely survived.
If it comes easy, it’s wrong. Shallow. Too simple.
We must suffer for love. We must cry with certain regularity. Lose our faith time and time again only to barely regain it again.
I humbly submit that such a belief is the romantic equivalent of 100% grade-A bullshit.
Perhaps it comes from our culture’s puritanical beginnings. The notion that anything great is worth suffering for.
And while I agree that love takes work, patience and forgiveness, I don’t think it should involve perpetual, ongoing damage-control.
If the relationship you’re in takes constant, ongoing acrobatic maneuvers to keep it afloat, then it’s not a relationship; it’s a doomsday project.
Relationships, in general, should be easy.
If they’re taking a ton of work, a ton of the time, something’s wrong.
Chances are either that:
A) One (or both) of you is not a stable enough person to even be in a relationship to begin with, and you need to go off on your own to learn how to keep yourself perfectly happy with nothing more than yourself to sustain you. (And yes, I’ve been this person many times.)
B) One of you has unrealistic expectations of what the other is supposed to provide them on a regular basis. (And yes, I’ve been this person, too.) They think you’re supposed to keep them constantly entertained. Or wined and dined. Or sexually pleasured. Or emotionally rescued. Or financially bailed out.
Neither of which is sustainable.
Which is why I say the following:
Don’t chase the person you can barely hold on to when you’re at the top of your game.
Seek out the person you can be happy with even when you’re having a bad day. Or week. Or month.
Because those days will happen, many, many times over the course of a relationship.
And the person who’s only happy with you when you’re a superhero will not stick around when you finally become a mortal again and need them to be there for you, instead.
So skip the supermodel. The pursuit of your own personal Jessica Alba or David Beckham. It might be heaven for a week or two, but they’d probably dump you as soon as you failed to be the emblem of perfection for more than 2-3 seconds in a row.
That perfect pairing with the Mister or Miss Right we’ve all imagined in our hearts isn’t going to survive the endless ordinary days that real life is fraught with.
The person who’s truly right for you is probably cleverly disguised as the one you work with every day. Or the one who you’ve casually known in your circle of friends for five years. Who has seen you at your best and at your worst. And is still there, a big believer in your immense potential. And is probably an amazing kisser if you’d just give them a chance.
That’s the person it’s going to be genuinely easy with over the long haul.
So the next time you’re looking for the one, don’t look up on some stage or pedestal for some shining realization of your fantasies. Turn around and look behind you. At the person you might have overlooked. The person who is quietly everything you need them to be and more.
You just have to give them a deeper look. "

Thursday, December 17, 2015

Ser Feliz

Não, não é Feliz que pessoas querem ser.
Querem ser Mais.

Ser Feliz não basta.
Se ser Feliz fosse a derradeira meta de todos nós, não haveriam separações, não haveria o estranhamento dos amantes com o passar do tempo.

Estaríamos todos em indiscutível harmonia com aquele que escolhemos para nosso parceiro da vida..pois esse seria o destino mútuo, o percurso que percorreríamos sem ter qualquer questionamento, de mãos dadas, confiando cegamente que o nosso coração bate em uníssono.



Se todos ansiássemos verdadeiramente ser Feliz apenas, isso seria possível.

Mas há o medo. Há a dúvida
O medo constante de não sermos bons o suficiente. Medo de não chegarmos para o(s) outro(s). Sentimento de inadequação constante alimentado parasiticamente pelo Ego.

Dúvida que nos acompanha como a sombra, sempre convencendo de que para se Ser, há que ser-se mais.
Logo, ser feliz não basta. Amarmos apenas não basta.
Nós não bastamos..

Queremos ser felizes, mas temos como necessidade primordial querermos ser mais.

É isso que nos move, é esse egoísmo que nos impulsiona.


A simplicidade de ser-se feliz ultrapassa-nos

14/12/15 MJ ~

Friday, December 23, 2011

Quando ele não está, parece que tudo perde sentido.
*** Three Rivers Deep (book series) "A two-souled girl begins a journey of self-discovery..." #Nature #threeriversdeep #Elemental #Devvi -- © Greg Pths:

Os dias passam, mas é como se não contassem.
Estou rodeada de tanta gente todo o dia, mas há aquela piada, há o olhar cúmplice, há aquela notícia, que por muito que seja repetida e ouvida, perde o real valor porque não foi ouvida por Aquela pessoa, o olhar não foi trocado com aquela  presença  eleita.
Aquela  presença  que, em tempo recorde, revolucionou todo o meu ser: com ele não existe um momento monótono.
Com o seu sentido de humor e paciência, não existem argumentos para me manter distante por muito tempo, não existem dúvidas que persistam sem que ele tente, de alguma forma, extingui-las.


Com ele, exijo-me a mim mesma que seja melhor do que com os outros. Com ele faz sentido ser…
Porque a todo o momento me surpreendes, sempre pela positiva, contigo sou obrigada a explorar partes da minha vida que há muito não obtinham a consideração que tu lhes dás.


Há muito que não sentia a paz e o equilíbrio que tu e tudo o que te rodeia me proporciona.

Wednesday, May 25, 2011

Costela do homem sem nome

É incrível a sensação resultante de se olhar directamente para a alma que amamos e reconhecemos.

Sensação de afogamento. Colapso pulmonar e cerebral. É isso mesmo...

Afoguei-me nos seus olhos quando ele me surgiu.
Perguntou como nos devíamos despedir, na incerteza se nos veríamos outra vez.
Desfaleci-me no seu abraço seguro.
E nesse momento, jurei que poderia sofrer de todas as paragens cardíacas, levar com um raio em cima, morreria ali mesmo, mais nada me importava.
Juntos e sedentos pelo gosto do nosso finalmente, sucumbimos ao contacto um do outro..
Engasgando-nos em palavras que há quatro anos ansiavam por ser pronunciadasE por algumas horas, tudo no nosso mundo emocional se encaixou novamente num reencontro que quase classifico como espiritual.
Perdoaram-se as mágoas, desabafou-se o abandono físico.
A sua amargura e receio de me vislumbrar dissiparam-se.
E eu, acordei do meu coma.


Juntos, nos entregámos ao labirinto das nossas memórias, dos pequenos hábitos que partilháramos e pusemos de lado, por não fazerem sentido sem o outro.
Juntos voltámos. Rebobinámos a cassete da nossa história.
Diferentes, amadurecidos pela vida e desamores, mas isso parecia tão longe do que sentíamos, éramos nós.
Éramos o prazer de dois seres estarem em perfeita harmonia, sem medo, sem inibições.


É impagável saber que nesta imensidão de substância humana, pelo menos alguém nos conhece por dentro e por fora, sem vícios, sem fachadas, alguém que nos conhece e nos ova tal como viemos ao mundo, crus e “desensaiados”, alguém que sabemos que nos ama independentemente e apesar de todas as circunstâncias e precariedades do destino.

Alguém que, por mais que tentemos esquecer, nunca sairá da direcção da bússola do nosso coração, e assim inconscientemente nos possui;
Porque, na realidade, nos tempos que correm, quem é que permitimos aceder ao nosso íntimo dessa forma ?
Isso já não acontece
Não me conhecem como tu me conheces. Não te amam tão intrinsecamente como eu te amo a ti.
Isso, é facto. É a nossa história


Até agora,
Sou a tua costela.              21.05.11 J

Thursday, April 28, 2011

Como tudo é Efémero... (1)

Apelo agora àquelas memórias de infância, do Natal agitado em família, do extâse da abertura das prendas..
da ingenuidade de duas amigas que planeiam viajar todos os anos em busca do amor ideal, e que juntas "decidem" que vão casar no mesmo dia.
Das tardes de verão passadas na varanda de um oitavo andar, a dançar e a cantar as letras parvas da boysband da altura..
Da escola e trabalhos de casa que nos pareciam ridículos, das festas doidas (que eventualmente nos cansámos de ir), das patéticas paixões semanais.

Parece-nos tudo tão confortável, tão bom e aparentemente monótono, que temos a cega certeza de que tudo durará e se manterá assim para sempre.
E por isso queremos avançar, crescer à força, mudar..
Passar à fase seguinte (enfim, a pressa própria de quem pouco ou nada conhece).

Quando nos damos conta, era naquele exacto momento que desejavamos ter ficado..talvez um pouco mais.

As personalidades mudam, não na sua essência, mas muda, adaptam-se a cada estação da vida.
Os sentimentos e emoções vão-se extinguindo, tão repentinamente como quanto surgiram.
A vida ganha outra velocidade, e só interessa, a meu ver, prolongar os melhores momentos, os momentos em que somos. no nosso melhor.

Há uns anos atrás riamo-nos na varanda do oitavo andar..
Hoje o prédio fora demolido, ou mudámos de cidade, ou perdemos o contacto e as ambições amorosas em comum, ou já cá não estamos para sequer rir da traiçoeira monotonia da vida.

Ah como tudo é efémero !


(Isto a propósito de ter acordado no outro dia com uma vontade rídicula de contar algo a alguém que já cá não está, não era nada de importante, parvoíce na verdade, mas a vontade era tanta que por pouco me esqueci - já cá não está )







Sunday, April 24, 2011

Pergunta

Pergunta: E quando se ama alguém, diz-se tudo ?

Quando se ama e conhece alguém, é-nos automaticamente dada a licença para explorar e julgar as "grey areas" do outro ?

Amar é poder possuir ?
Reinar ?
Expressar tudo o que se pensa ? realmente...?

Quando se ama alguém, diz-se tudo ? mesmo que magoe ?
Tudo, tudo, tudoo ?

Quem só ama não conhece. Quem conhece, ama.

Disseste tudo.

Thursday, April 21, 2011

O Livro

Ele vinha sozinho.
De livro do género mistério/policial na mão, cujo título acabei por me esquecer, cigarro entre os dedos..
Olhou em volta, fez o pedido..e mergulhou na leitura.
Senti-me, por minutos, tentada a sentar-me na sua mesa, a ouvir frases do livro, queria ouvir na voz dele a sua história, sob o risco de parecer maluca..
.
Não me lembro que conversa estaria a ter com os meus botões naquele fim de manhã no sítio de costume.
Não me lembro de o ver puxar uma cadeira e sentar-se na mesa bem de fronte da minha, mesmo na minha mira.

Não me lembro de o ver a olhar para mim com curiosidade, dos seus olhos verdes estonteantes, da sua barba por fazer e dos fios do cabelo aloirado, que ele insistentemente prendia atrás da orelha.

Tão pouco me recordo dos seus lábios finos, interessantes.
Por minutos (e apesar de para ele olhar fixamente), fiquei cega e quase alheia à sua beleza ridícula, ridiculamente imponente, que só vim a reparar uma semana depois, quando fomos formalmente apresentados, no mesmo sítio, no sítio de costume.

Quase não o reconheci. Mas ele reconheceu-me a mim (afinal, não é todos os dias que o charme de um homem bonito escapa aos olhos femininos)
.
Focara-me no detalhe do livro e na carga simbólica que este trazia, foquei-me na sua história, e na de quem o lia, algo mais intríseco.

Faz sentido ? não sei..

se calhar devo mesmo trocar as lentes.

Wednesday, April 13, 2011

Leveza

Há muito que não tinha uma semana assim, agradável, motivadora..fácil.
Estou a desfrutar do "Período de cessar fogo temporário", como um colega disse.

A conhecer uma diversidade de personalidades, vivenciar momentos risíveis em novos relacionamentos, recurar amores, paixonetas e emoções leves e descomplicadas.

Não sei se se trata de ego inflamado, alegria e bem-estar efémeros ou ilusórios.
Será que interessa saber ?


Mas sim, digamos que a semana está a correr surpreendentemente bem, para variar.


E a inspiração, prestes a voltar.
Estou leve, mas não em perigosa demasia



"Quem é firme nos seus propósitos, molda o mundo a seu gosto " ~

Monday, April 11, 2011

Monólogo entre tu e eu

O bonito de se escrever, é sem dúvida, a capacidade de capturar cada momento íntimo nosso..
Por mais que algumas pessoas deixem de coabitar no nosso mundo passional, por mais que a memória nos traia, e os sentimentos se eclipsem, o capricho de poder reler o que foi por nós escrito e reviver de certa forma determinado devaneio, não tem preço.
Em 2005 e aos 19 anos já tinha as minhas "epifânias".


Monólogo entre Tu e Eu
Luz apagada. Quarto embrulhado na escuridão pós-amor e silêncio de presença..
Acendo a vela e sento-me a ver o seu pavio arder, seguindo as sombras que se passeiam na parede.
O quarto logo se despede da penumbra, e na companhia dessa pequena chama acesa, eu penso em tudo.
Em tudo aquilo que a minha mente foi capaz de guardar, tudo aquilo que a minha memória conseguiu fotografar.

Perco-me nestes pensamentos ferventes durante duas horas, talvez três..não sei..
Respiro fundo. Aroma agradavelmente inoportuno vem ao meu encontro..
Esboço um sorriso..reconheço este cheiro, como poderia esquecer.
É o teu cheiro, que ficara comigo desde a noite anterior..incrível como se/te propaga(s) em mim..
Invade(s) o quarto, perfuma(s) o lençol amarrotado caído da cama, a roupa esquecida na cadeira, até as folhas do caderno da escola aberto em cima da mesa..

Se não tivesse consciência de que é impossível, diria que estás aqui, presente, comigo, bem perto, em mim..
Como há umas horas atrás..

A vela apaga-se de repente, como se me indicasse a hora de finalmente sair deste transe em que mergulhei.
Não me lembro bem se aquilo tudo não passou de um sonho, estonteante.
Estou confusa..mas toque de mensagem no telefone..sobressalto-me, vejo quem é..és tu.
Palavras meigas e arrepiantes me escreves..não, então não foi sonho..

Farejo o ar, procuro, e sim, o teu cheiro, ainda o sinto, no meu corpo abraçado pelo teu. Ainda te sinto comigo.

Estamos só no início, e como tu próprio disseste:
- "nós não podemos ficar por aqui.
Deixa a tua porta encostada..pra eu mais logo entrar "


19 Junho 2005.